PUBLICIDADE

Polícia faz operação para apurar envolvidos em irregularidades em licitação de R$ 2,6 milhões na Saúde em Cuiabá  

PUBLICIDADE
Redação Só Notícias (foto: assessoria)

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou hoje a operação “Raio X” pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção, em uma investigação que apura irregularidades na secretaria municipal de Saúde de Cuiabá na contratação de serviços de raio-X e ultrassonografia. São cumpridos 9 mandados de buscas domiciliares e 7 medidas cautelares, sendo mandados de suspensão de pregão eletrônico, de suspensão de pagamentos, de proibição da empresa em contratar com o poder público, uma suspensão do exercício de função pública de agente na secretaria e três sequestros de bens. 

As investigações da Deccor apontam indícios de irregularidades em um processo licitatório, estimado em R$ 2,6 milhões, promovido pela secretaria de Saúde de Cuiabá em 2022. Durante as diligências, a delegacia especializada apurou “indícios de conivência de agentes públicos, que ocupavam à época os cargos de secretário de saúde, secretário adjunto, pregoeiro, gestores de contrato e assessores jurídicos do órgão municipal, e atuaram com o desvio de condutas em benefício a uma empresa contratada”, informou a Polícia Civil. 

Na apuração foram constatadas evidências que uma das empresas contratadas à época do processo licitatório seria de um ex-agente público. Os investigadores apuraram que a empresa não existia fisicamente e nem possuía registro de funcionários; não apresentou equipamentos para execução dos serviços, além de irregularidades nas fases da licitação que indicaram o direcionamento do certame para a prestação de serviços de raio-X e ultrassonografia. 

Mesmo com uma decisão judicial determinado a suspensão de todo o certame licitatório por indícios de fraude, ainda assim, agentes públicos autorizaram que a empresa investigada fizesse a prestação de serviços radiológicos, com o recebimento de valores pagos pela secretaria de Saúde de Cuiabá, detalhou a Polícia Civil, através da assessoria.  

Os investigados responderão pelos crimes de prevaricação, falsidade ideológica, associação criminosa, fraude à licitação e contratação direta ilegal, além outros crimes a apurar. 

Receba em seu WhatsApp informações publicadas em Só Notícias. Clique aqui. 

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Mais notícias
Relacionadas

Preso suspeito de vender material de abuso sexual infantil em Mato Grosso

A Polícia Federal deflagrou, hoje, em Campo Verde, a...

Secretário de MT defende maior protagonismo dos Estados para atrair investimentos

O secretário de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso, César...

Polícia indicia 57 integrantes de grupo criminoso alvos de operação em MT

A Polícia Civil concluiu as investigações da Operação Smokehouse,...
PUBLICIDADE