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Operação mira quadrilha por movimentar R$ 50 milhões com tráfico em Cuiabá, Sinop, Várzea Grande, cidades em SP e AM

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Redação Só Notícias (foto: Só Notícias/arquivo)

A Polícia Civil deflagrou, hoje a Operação Fruto Oculto, para cumprimento de 24 mandados de prisões preventivas, 29 de busca e apreensão domiciliar, quatro suspensões de pessoas jurídicas, um sequestro de bens (um apartamento em Cuiabá), busca e apreensão de veículos e 18 bloqueios de contas bancárias no valor de R$ 50 milhões a integrantes de uma organização criminosa que atua na região Norte.

As ordens judiciais foram expedidas pela Quinta Vara Criminal de Sinop e são cumpridas em Cuiabá, Várzea Grande, Sinop, Pontes e Lacerda e Terra Nova do Norte, e também nos Estados de São Paulo e Amazonas.

Identificada em investigações da Delegacia de Paranaíta, os suspeitos estão envolvidos em crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e organização criminosa, além de utilizar empresas de fachada para lavagem de dinheiro. Conforme a polícia, as investigações iniciaram no ano passado. Foi apurado que os investigados estavam associados, com divisão de tarefas, com a finalidade de atuar em diversos crimes, sendo identificadas lideranças do grupo criminoso, assim como a movimentação de valores proveniente do tráfico de drogas, realizado por meio de “lojinhas”. 

Em junho do ano passado, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão, que resultaram na apreensão de diversas porções de entorpecentes, entre maconha, skunk (também conhecido como supermaconha), pasta base e cocaína, além de armas de fogo e munições. Na ocasião, duas pessoas foram presas por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo e munições de uso restrito.

Nas investigações, a polícia acrescentou que foi possível identificar quatro empresas de fachada, sendo duas delas em Cuiabá, uma em Várzea Grande e uma em São Paulo, que eram utilizadas pelo grupo criminoso para ocultar os valores adquiridos com o tráfico de drogas. Segundo a polícia, somente uma das empresas, que atua no ramo de artigos religiosos, estava em funcionamento e teve a suspensão das atividades determinada pelo Judiciário e fechada pela Polícia Civil. Também foi determinado pela Justiça a suspensão das atividades das outras três empresas investigadas.

Um suposto sócio da empresa de São Paulo, morador do Estado do Amazonas, também é alvo de mandados da operação. 

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