A equipe técnica da secretaria municipal de Saúde confirmou, ontem, o registro de 1.070 recém-nascidos entre os meses de janeiro e dezembro do ano passado, segundo levantamento obtido com o Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (SINASC). Além da utilidade primária na gestão da saúde, os dados são vitais para o desenvolvimento de pesquisas científicas e ações na área materno-infantil.
O relatório detalha que o município passou por altos e baixos nos índices de gravidez, ao decorrer de três anos. Durante 2022, cerca de 1.049 mulheres deram à luz, enquanto em 2023, foram comunicados 1.008 nascimentos, representando uma queda de 3,9%. Já no ano passado, com a adição de mais 63 gestações, houve um aumento de 6%.
Dentre os métodos de concepção utilizados no mesmo período, Nova Mutum contabilizou que 28% dos procedimentos foram partos naturais e 72% através da cesariana, nas unidades hospitalares. Nascimentos envolvendo genitoras na faixa etária entre 10 a 19 anos resultaram numa proporção de 10,5% (113 dos casos).
As crianças integram o grupo sem risco, ou seja, que não foram expostas a possíveis situações de adoecimento ou morte, tais como prematuridade, baixo peso ao nascer, presença de formações irregulares, entre outros pontos. Conforme o último censo do IBGE, o município detém uma população infantojuvenil (0 a 9 anos) de 9,7 mil indivíduos.
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