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Programa de saúde emocional é desenvolvido com mais de 3 mil alunos em Cuiabá

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Cerca de três mil alunos do 2° ano de escolas da rede municipal de Cuiabá estão aprendendo de maneira lúdica a conviver com as diferenças, respeitar o próximo e lidar com as dificuldades do dia a dia. O trabalho é desenvolvido por meio do Programa de saúde emocional “Amigos do Zippy”, implementado pela Secretaria Municipal de Educação em parceria com a Associação pela Saúde Emocional de Crianças (ASEC).

O programa Amigos do Zippy, conforme a presidente da ASEC, Tania Pires, foi criado para atender crianças de 6 e 7 anos de idade. Desenvolvido por uma equipe multidisciplinar de especialistas internacionais, ele é aplicado pelos próprios professores em sala de aula. “É um programa comprovadamente eficaz que ajuda as crianças a desenvolverem habilidades emocionais e sociais que funcionam como fatores de proteção para promover sua saúde mental”.

Em Cuiabá ele está sendo realizado desde o mês de maio em 35 escolas da rede municipal, beneficiando 3.368 crianças e 124 educadores, que trabalham com turmas do 2° ano do ensino fundamental.

Os professores, selecionados para desenvolver o programa, passam por uma qualificação, oferecido pela ASEC. Segundo Tania Pires, o programa Amigos do Zippy se baseia no conceito de que “se crianças pequenas aprendem a lidar com dificuldades, elas serão mais aptas a lidar com problemas e crises na adolescência e na idade adulta”.

Nesta sexta-feira (30) a equipe gestora do programa se reuniu com o secretário municipal de Educação, Gilberto Figueiredo, para fazer uma avaliação dos três meses de implantação do programa em Cuiabá. “Estamos apenas na metade do programa e já percebemos bons resultados com nossos alunos”, disse o secretário.

Segundo o secretário, o foco maior do programa é a saúde emocional da criança, mas se a ela aprender a lidar com seus sentimentos, de alguma forma isso acabará refletindo na melhoria do ensino-aprendizado.

A secretária-adjunta de educação, Marioneide Angélica Kliemaschewsk, ressalta que boa parte dos alunos da rede municipal convive diariamente com problemas sociais, como a violência, drogas e a desagregação familiar, deixando-as desamparadas e em situação de vulnerabilidade. “A escola acaba convivendo com essas situações em e muitas vezes o professor não sabe lidar com isso, mas a secretaria está preocupada em preparar esse profissional para trabalhar essas questões”.

Conforme explica a secretária-adjunta, o programa é organizado estrategicamente para ensinar a criança a se abrir e falar de seus sentimentos e problemas com maior facilidade. No entanto, são aprendizados que ela vai levar para toda a vida. “Será importante para a formação humana dela, para que se torne uma criança feliz e um adulto bem resolvido”.

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