O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas, Luciano Chitolina confirmou, em entrevista, ao Só Notícias, que os diretores da entidade decidiram não realizar a campanha “Sonho de Natal” com sorteio de brindes e prêmios no final de ano. Chitolina explicou que não houve procura significativa por parte dos empresários associados interessados em patrocinar os custos da promoção natalina.
“Não vamos fazer a tradicional campanha. O motivo é a crise econômica. Não conseguimos patrocínio este ano (para viabilizar a premiação). Além disso, estamos no processo de entrega do mandato. Vamos estar repassando o comando da entidade para próxima gestão. No intuído de fazer algo com responsabilidade, já que não tivemos apoio dos empresários para realizar esta campanha decidimos ‘abortar’ a ideia este ano”, disse, Chitolina, ao Só Notícias.
De acordo com o presidente, as vendas no comércio local não será prejudicado pelo fato da campanha não ser realizada. “Não acredito que prejudicará as vendas. Não deixamos de fazer uma campanha. O que ocorreu é que deixamos de fazer uma campanha mais grandiosa. Substituímos a ‘Sonho de Natal’ pelo ‘Parque de Natal’. Críticas serão feitas de uma forma ou de outra, mas temos responsabilidades em entregar uma diretoria com as contas em dias. Não podemos prejudicar os demais associados. O tratamento pela entidade tem que ser igualitário. Sem patrocínio a campanha é inviável”, explicou.
A CDL decidiu fazer ação de natal voltada não só as vendas, mas especialmente pensado no verdadeiro espirito natalino. Serão duas ações concretas, o Concurso de Decoração Natalina e o Parque do Natal. Será gratuito e aberto para crianças de até 12 anos que queiram brincar. A abertura ocorreu, no último sábado, durante a abertura oficial do Natal de Sinop, na Praça da Bíblia.
O parque está funcionado juntamente com a grande tenda (onde haverá eventos) montada pela prefeitura. Estão sendo colocados ornamentos e decorações natalinas na avenida Júlio Campos, as avenidas Tarumãs, Jacarandás, Palmeiras, Embaúbas, Figueiras, Itaúbas, Saudades, Bruno Martini e Júlio Campos – que é a avenida que concentra a maior parte do comércio. O projeto custou cerca de R$ 500 mil, segundo a secretaria municipal de Cultura.