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UFMT recebe R$ 4,8 milhões de fomento para pesquisas em Sinop, Várzea Grande e Araguaia

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Redação Só Notícias (foto: assessoria/arquivo)

A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) teve cinco projetos contemplados, totalizando R$ 4,8 milhoes, dentro de uma chamada pública organizada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação por meio da Financiadora de Estudos e Projetos e Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico com foco na infraestrutura da Amazônia Legal. As pesquisas são desenvolvidas nos Câmpus Universitários do Araguaia, Várzea Grande e Sinop.

De acordo com pró-reitor de Pesquisa, professor Bruno Araújo, o edital visa ampliar a infraestrutura de pesquisa na Amazônia Legal. “Em primeiro lugar, é preciso parabenizar os pesquisadores que tiveram suas propostas recomendadas. A UFMT teve as cinco propostas que compuseram a proposta institucional recomendados, com o valor total das cinco somando quase R$ 5 milhões. Esse é um tipo de edital de fundamental importância, super estratégico para o fomento à pesquisa e para a expansão da infraestrutura de pesquisa, pois a gente passou os últimos anos com uma redução bastante significativa no Brasil em termos de investimento em ciência e tecnologia, na pesquisa, na inovação”, destacou o pró-reitor.

O professor Bruno Araújo aponta ainda o processo de retomada do orçamento a partir do Ministério, ao qual a Financiadora de Estudos e Projetos está vinculada. “Então a FINEP tem uma importância muito estratégica para a UFMT e para várias instituições porque a partir dela a gente capta recursos por meio dos projetos liderados pelos pesquisadores e pesquisadoras para a construção da infraestrutura de pesquisa”, ressaltou.

Os projetos da UFMT contemplados com R$ 1 milhão foram “Compósitos de látex e óleos vegetais amazônicos para lesões de difícil cicatrização no Diabetes” (COLOV-CUA); “Acervo Biológico da Amazônia Mato-Grossense: Descrevendo a biodiversidade no sul da Amazônia” (Abam); “Arboviroses: vigilância, diagnóstico e resposta imunológica” (Arbo); e “Geração hibrida de hidrogênio no contexto da Amazônia legal” (HyBridGenAm). Já o projeto “recursos hídricos e sustentabilidade no sul da amazônia: monitoramento e remedição no rio Peixoto (MONITORA-MT) obteve R$ 896 mil.

“Nós sabemos que historicamente os investimentos em ciências e tecnologias estiveram muito concentrados no eixo sul-sudeste, de forma que nós vemos com muitos bons olhos que o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação proponha editais voltados para regiões que são marcadas por assimetrias diversas, como é a região da Amazônia Legal, da qual nós, Mato Grosso, a UFMT e as diversas instituições de ensino superior do nosso estado fazem parte”, analisa o pró-reitor, através da assessoria.

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